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terça-feira, 23 de agosto de 2011
domingo, 21 de agosto de 2011
Marcelo dixit
Gosto de ouvir o Marcelo, não tanto pelo que diz mas pela forma como o faz. É uma mente delirante, imaginativa (vichyssoise, lembram-se!) e ocasionalmente faz uns biscates à malta do PSD. Hoje, de um modo que o Álvaro nunca conseguiria (e é isso que distingue os políticos dos tecnocratas), anunciou a continuação do TGV. Fundos estruturais, interesse da Alemanha e França em vender tecnologia e material circulante, está tudo lá. Deu-se ao luxo de antecipar que o Ministro da Economia vai comunicar tudo isto às mijinhas ... Ahh ganda Marcelo, quando não se tem políticos no governo procede-se à subcontratação!
quinta-feira, 18 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
alien
"Pedro Passos Coelho, por via do sol ou dos churrascos a mais na Manta Rota, apareceu ontem na festa do PSD do Pontal com um discurso alienígena. Em plena crise do euro, com o ministro das Finanças alemão a boicotar qualquer hipótese de títulos de dívida pública europeia, com George Soros a dizer que a única saída que Portugal tem é abandonar o euro, Passos Coelho faz um discurso de "bom aluno" da troika - mas que na altura em que a Europa se encontra, é uma conversa típica de "nerd".
É espantoso como Pedro Passos Coelho conseguiu isolar a crise portuguesa como se não estivesse englobada na crise do euro. O que ontem Passos Coelho repetiu foi uma espécie de discurso do "orgulhosamente sós" versão dívida. Sim, é bom culpar Sócrates que, aliás é culpado de muita coisa, incluindo de gastos inconcebíveis para propaganda eleitoral. Mas é difícil de perceber como é que um primeiro-ministro tem da crise do euro uma versão tão tosca.
sábado, 13 de agosto de 2011
Um gagueja outro titubeia ou como tudo o que tocam se transforma em merda!
Fodidos estamos, mais fodidos ficaremos. Presenciei hoje dois momentos de humor dignos do melhor Yes, Minister. A Judite não passou a inglês. Eu se falasse a língua de sua majestade assim, só o faria para dar direcções a camones perdidos. O dinamarquês gagueja. Mas o mais grave é que é um gago intelectual. Com uma ar de "eles mandarem-me práqui" e um discurso que não ultrapassa em nada a cartilha ideológica do FMI, deu uma entrevista confrangedora. Atrapalhado, vago e um "se isto não der merda no mundo, vocês até se podem safar". Obrigadinho, mas temos 9.999.999 portugueses capazes de dizerem a mesma coisa. Se esta cotovia mato, já só me faltam três para quatro.
A Judite pôs-se na típica posição portuguesa. Acha que os camones é que rulam. Confundiu por três vezes responsabilidades do governo com as da troika. Isto por uma jornalista sénior que quando estava no Porto dizia "laite" em vez de leite, diz muito sobre os incapazes da comunicação social. E são aos montes.
O tótó Gaspar teve mais um momento mágico. Não faz a mínima ideia do que há-de fazer. Foi ultrapassado pelas circunstâncias. Vê-lo a desculpar-se com o orçamento de 2011 é um déjà vu. Do género, eu nem sabia no que me estava a meter, o traque que aquele menino deu não foi ele, fui eu. Sabia o que o esperava ou é burro. As desculpas com o OE de 2011 são a mostra de um argumentário minimal e rídiculo. É fodido afrontar as corporações e os interesses instalados. Além do mais é preciso ideologia e não uma vaga ideia.
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
quinta-feira, 11 de agosto de 2011
domingo, 7 de agosto de 2011
Medidas que dão boa imprensa mas não valem a ponta de um corno ...
Administradores passam de 7 para 11, mas Estado poupa 89 600 €/ano.
Depois das gravatas da Cristas, mais esta medida de referência, que na prática significa um poupança de 0,0001% da despesa pública. Mais do que 89.600€/ano gasta a Caixa em clips, agrafos, elásticos, canetas e demais material básico de escritório. O governo parece apostado em tomar medidas que dão boa imprensa mas que não valem a ponta de um corno.
Depois das gravatas da Cristas, mais esta medida de referência, que na prática significa um poupança de 0,0001% da despesa pública. Mais do que 89.600€/ano gasta a Caixa em clips, agrafos, elásticos, canetas e demais material básico de escritório. O governo parece apostado em tomar medidas que dão boa imprensa mas que não valem a ponta de um corno.
sexta-feira, 5 de agosto de 2011
F*ck the poor
Dedicado a Pedro Mota Soares, o homem que integra no nome o meio de transporte. Quem anda a pé é o pobre!
I would be a liar if I pretended to admire,
The redlight windscreen cleaning empire that you've built,
But my heart is good, it's not a thing of stone or wood,
I'll give you $0.50 to take away my guilt.
I give money to folk that just don't have enough,
To try to justify the future purchases of stuff,
That I don't need, I know that one less vodka cranberry tonight,
And I could feed some foreign family for a fortnight,
But I might just have one more,
After all, what is vodka for?
quarta-feira, 3 de agosto de 2011
Reforma ao sol? Com este tempo?
O Senhor Professor Doutor Álvaro Santos Pereira (assim, por extenso, que o respeitinho é muito bonito) teve uma ideia luminosa, que já antes havia divulgado sob a forma de livro. Transformar Portugal na Flórida da Europa. O conceito é giro, ter o Allgarve em constante desassossego de andarilhos e cadeiras de rodas eléctricas.
É sem duvida uma grande ideia, pese o facto de os hospitais públicos algarvios deixarem muito a desejar. Como parece não existir oferta privada com qualidade q.b., teremos de patrocinar novos hospitais de elevados padrões (coisa barata).
Recentemente temos tido inúmeros casos de idosos que morrem sozinhos em casa, pelo que também aqui a ideia me parece boa. Imagino um geronte dinamarquês em pleno ataque cardíaco a gritar pelo vizinho, e este sem entender pevide, acenar um simpático adeus e entre dentes murmurar: e se te fosses foder ó camone?
O tempo também se recusa a cooperar com o novo ministro da Economia. Se tentar vender o sol português à estranja é bom que o faça nos momentos apropriados evitando verões desenxabidos como o que atravessamos. E o folheto, Álvaro, o folheto promocional que promete com solenidade 360 dias de sol é bom que tenha imagens de jovens saudáveis e bronzeados, assim sempre ficam com a ilusão que o sol rejuvenesce.
Tudo isto terá uma contrapartida industrial. A FNA (Fábrica Nacional de Aparadeiras) não terá mãos a medir com tanta procura. Pode até nascer aqui um cluster industrial como agora se diz.
Álvaro, get real!!
É sem duvida uma grande ideia, pese o facto de os hospitais públicos algarvios deixarem muito a desejar. Como parece não existir oferta privada com qualidade q.b., teremos de patrocinar novos hospitais de elevados padrões (coisa barata).
Recentemente temos tido inúmeros casos de idosos que morrem sozinhos em casa, pelo que também aqui a ideia me parece boa. Imagino um geronte dinamarquês em pleno ataque cardíaco a gritar pelo vizinho, e este sem entender pevide, acenar um simpático adeus e entre dentes murmurar: e se te fosses foder ó camone?
O tempo também se recusa a cooperar com o novo ministro da Economia. Se tentar vender o sol português à estranja é bom que o faça nos momentos apropriados evitando verões desenxabidos como o que atravessamos. E o folheto, Álvaro, o folheto promocional que promete com solenidade 360 dias de sol é bom que tenha imagens de jovens saudáveis e bronzeados, assim sempre ficam com a ilusão que o sol rejuvenesce.
Tudo isto terá uma contrapartida industrial. A FNA (Fábrica Nacional de Aparadeiras) não terá mãos a medir com tanta procura. Pode até nascer aqui um cluster industrial como agora se diz.
Álvaro, get real!!
sexta-feira, 29 de julho de 2011
Colossal
Pedro Passos Coelho parece ter uma preferência pelo vocábulo colossal. Voltou a usá-lo no primeiro debate na Assembleia da República. Utilizou "esforço colossal". E as palavras nem sempre libertam. Decorrido um mês de governo podemos falar várias vezes de colossal:
1. Colossal o aumento de impostos que tal como Pedro (o apóstolo) negou quando perguntado.
2. Colossal o aumento dos transportes públicos.
3. Colossal o número de elementos da comissão para acompanhamento das medidas da troika (30).
4. Colossal a embrulhada em que o governo se colocou com as nomeações para a Caixa.
5. Colossal a insensibilidade que demonstrou ao deixar um mero Secretário de Estado ventilar a hipótese de uma ainda maior diminuição das indemnizações por despedimento, colocando não uma geração, mas um país, com vínculo laboral precário.
6. Colossal o impacto que irá ter nos nossos bolsos a liberalização do mercado energético.
7. Colossal a ineficácia de um governo que, um mês volvido, não apresentou uma única medida de redução da despesa pública verdadeiramente capaz.
Poderia continuar ad eternum a utilizar a palavra colossal para caracterizar o absurdo deste modelo ideológico, para o facto de a austeridade gerar recessão, para o momento em que estas medidas nos transformarão numa segunda Grécia. Atirar dinheiro para cima dos problemas não os resolve. É um facto que Sócrates provou à saciedade. Retirar dinheiro e direitos aos poucos trabalhadores que ainda resistem é como tentar apagar um fogo com gasolina. Algo que, infelizmente, o tempo se encarregará de provar.
quarta-feira, 27 de julho de 2011
terça-feira, 26 de julho de 2011
sempre Fiel!
"Ao tomar conhecimento dos tiques, toques e idiossincrasias dos novos governantes sinto-me um adolescente a descobrir os cheiros, manias, virtudes e defeitos de uma namorada nova.
Estou convencido de que é genuíno o tique Massamá/muamba do carácter frugal de um primeiro-ministro casado com uma fisioterapeuta guineense de anca larga que não se importa de desmentir o "Povo Livre" no lamentável episódio do "desvio colossal" e faz questão em viajar em económica nos voos europeus.
Não consigo disfarçar a minha admiração por um ministro da Economia que teima em visitar empresas, pede para lhe chamarem Álvaro e não renega as opiniões desassombradas que deixou escritas em artigos, livros e blogues.
Aprecio muito o sentido de humor Monty Python de um ministro das Finanças que expressa pausadamente um raciocínio fluído - e usa sempre fatos dois números acima do seu e umas olheiras que só podem ser um certificado de stakhanovismo (na dúvida sobre o significado desta expressão, faça o favor de consultar o Google).
Nunca pediria namoro a Assunção Cristas, mas estou em crer que ela deve ser uma óptima dona de casa, uma rapariga poupada, adequada aos novos e rigorosos tempos em que todos tentamos sobreviver."
Jorge Fiel no JN
Estou convencido de que é genuíno o tique Massamá/muamba do carácter frugal de um primeiro-ministro casado com uma fisioterapeuta guineense de anca larga que não se importa de desmentir o "Povo Livre" no lamentável episódio do "desvio colossal" e faz questão em viajar em económica nos voos europeus.
Não consigo disfarçar a minha admiração por um ministro da Economia que teima em visitar empresas, pede para lhe chamarem Álvaro e não renega as opiniões desassombradas que deixou escritas em artigos, livros e blogues.
Aprecio muito o sentido de humor Monty Python de um ministro das Finanças que expressa pausadamente um raciocínio fluído - e usa sempre fatos dois números acima do seu e umas olheiras que só podem ser um certificado de stakhanovismo (na dúvida sobre o significado desta expressão, faça o favor de consultar o Google).
Nunca pediria namoro a Assunção Cristas, mas estou em crer que ela deve ser uma óptima dona de casa, uma rapariga poupada, adequada aos novos e rigorosos tempos em que todos tentamos sobreviver."
Jorge Fiel no JN
domingo, 17 de julho de 2011
perguntas, só perguntas ...
O Ministério das Finanças já contabilizou quanto vão cair as receitas do IVA face ao novo imposto extraordinário?
Já fez contas a quantos comerciantes vão falir e os custos sociais que esta medida vai ter?
E quanto é que vai impactar os subsídios de desemprego e outras prestações sociais que este imposto vai gerar?
É que o ministro parece não conhecer a "estória" do burro do inglês, que morreu quando estava quase habituado a deixar de comer.
Já fez contas a quantos comerciantes vão falir e os custos sociais que esta medida vai ter?
E quanto é que vai impactar os subsídios de desemprego e outras prestações sociais que este imposto vai gerar?
É que o ministro parece não conhecer a "estória" do burro do inglês, que morreu quando estava quase habituado a deixar de comer.
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